djangos

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14/8/07

enquanto isso em egocity

sábado passado rolou no mó clima legal o nosso show no vittorio, no cittá america. fantástico. alto astral. revigorante. coisa pra ficar se pensando horas e horas depois.

pedimos à nossa amiga roberta mattos (que bateu a chapa manipulada aí em cima) para que desse seu testemunho. lembrando que o djangos não é chapa branca e não edita as palavras de seus amigos. beleza???

obrigado, roberta, por todo o carinho.

 

 

"Conheci o DJANGOS num pequeno show no Bar Vittorio, no shopping Cittá América. Confesso, que fui só para assistir ao show da banda da minha prima Flávia, a MEF3, que é muito legal!!!!!! Mas, depois da apresentação dela, foi a vez deles. E, quando começaram a fazer o primeiro barulho, já tive certeza que iria gostar. E, pronto, foi batata. AMEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!

A banda lembra bastante o Rappa, suas músicas tem sempre o objetivo de passar uma mensagem positiva. Não dá nem pra dizer de qual gostei mais, pois todas são ótimas. Além disso, os meninos também são muito legais. O Marco (vocal), é muito simpático, extrovertido, animadíssimo, bem-humorado, alto astral e cheio de energia, fazendo qualquer um levantar da cadeira pra dançar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bom, para quem ainda não conhece, faça isso o mais rápido possível, tenho certeza que vocês amar tanto quanto eu, até porque, estamos precisando de boa música e, eles com certeza, TEM!!!!!!!!!!!!!!!!

Gravem esse nome (DJANGOS), pois em breve ele será anunciado no Canecão, Vivo Rio, Fundição Progresso, Circo Voador e afins!!!!!!!!!!!!!

Beijos. Roberta Mattos

no detalhe, mef3 e djangos juntos no palco. tocamos "o amor não sabe esperar", dos paralamas do sucesso e depois, a pedido do personal trainner flavinho, violonista do mef3, reprisamos "raiva contra oba oba". celebração total.

criado por djangos    15:59 — Arquivado em: Sem categoria

novo produto na área

enquanto, o novo disco não sai, "voltamos os holofotes" para uma
"invenção" perdida do djangos.
por volta de 2004 a banda recebeu um convite para que fizéssemos
uma música para uma ong chamada FASE. na verdade, tratava-se de uma
canção para um campanha institucional "o brasil tem fome de
direitos"
. grosso modo, o que se pretendia com essa campanha era
difundir a idéia de que os direitos sociais expressos na constituição
federal não eram algo distantes da nossa realidade e que eram
passíveis de reinvindicações legítimas para todos os interessados. 
quando recebemos o "pedido da encomenda" nos encontramos no estúdio
para compor em conjunto. acho que a idéia que predominava era de que
fizéssemos algo na linha hard, que talvez remetesse a rage against
the machine
. aliás, quem propôs isso fui eu mesmo. momentos depois
algo me disse que estávamos seguindo a direção errada e me veio a
idéia "what’s going on", do marvin gaye. se abstrairmos a letra desse
clássico dos anos 70, podemos até pensar que se trata de uma canção
de amor. mas gaye mandava um brado anti-guerra lindo lindo que foi
utilizado em versão gravada décadas depois por bonovox, do u2 e mais um monte de outros artistas  reunidos (mtv allstars) num esquema "we are the
world",
por ocasião do 11 de setembro.
bem, sem a pretensão de plagiar, emular ou usar marvin gaye como
parâmetro, sugeri uma levada mais leve indo contra o pensamento
original. arrumei dois acordes, uma frase de teclados bem grudenta e
um refrão que explodia num tom alto. pronto, tínhamos o rascunho da
música. um ensaio depois veio a letra, numa rapidez incomum (leia no
fim desse texto)
.
várias mutações depois na música, estávamos gravando no estúdio do
grande ézio filho, em botafogo e na seqüência estava sendo lançada
num cd que a FASE divulgou em todo brasil. os djangos saíram
juntos com devotos e vários outros inventores dos rincões de
pindorama.
meio insatisfeito com o resultado final, eu meti a música num
software de edição musical, o acid, e acrescentei uma batida dance
farofa, o famoso bate-estaca, passei o groove pelo filtro e fiz um
loop, gravei dub nas vozes e botei uns tecladinhos. fiz uma espécie
de remix e só nao mexi mais porque o meu computador era bem capenga.
o resultado ficou guardado um tempão. como o pessoal da banda
pareceu ter gostado bastante e as pessoas a quem mostrei também,
achei que era melhor disponibilizá-la no nosso myspace, de onde ela
pode ser copiada para o seu hd.
lá ela atende pelo nome de "atention". botei assim porque o myspace
não reconheceu a cedilha e o til e estava rebatizando a música de um
jeito canhestro.
fiquem à vontade e tirem as suas próprias conclusões.
ok?

 

 

por dedé a.k.a. homobono

"atenção"
(araújo/diniz/aquino/homobono)

eu aposto a minha vida
que é essa é a nossa vez
os idiotas não vão mais dar risada
e a minha gente boa não vai mais chorar
há um vazio dentro do peito
uma alegria sem motor de arranque
nada vem de graça
e nem era pra tanto
mas custa muito sangue
e uma chuva de pranto
eu quero meu direito de sonhar
eu quero meu direito de fazer e acontecer
eu quero poder realizar
qual é o nome do meu crime?

em que prisão eles vão me colocar?

criado por djangos    13:30 — Arquivado em: Sem categoria
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